Como fazemos
O caminho entre laboratório e mercado é longo e tortuoso. De um lado ficam a pesquisa, a patente, o protótipo que funcionou na bancada. Do outro ficam o cliente, o contrato, a empresa que precisa pagar as contas no fim do mês. Chamamos este percurso de Travessia. É o caminho de quem tenta passar de uma ponta para a outra, e no Brasil esse trajeto é largo, pouco pavimentado, esburacado e com poucos casos de sucesso.
Quem está no meio da Travessia quase nunca tem tempo de olhar para os lados. O pesquisador que virou fundador, o gestor do núcleo de inovação, a fundação que abre um edital, o investidor atrás da próxima empresa de base científica. Cada um enxerga a própria realidade e as notícias que interessam a todos ficam espalhadas por centenas de sites de universidade, parque tecnológico, agência de fomento e veículo especializado.
Por que agora
Até pouco tempo atrás, juntar tudo isso todo dia demandava um grande esforço. Hoje, com a inteligência artificial, é possível vasculhar todos os cantos da internet e monitorar mais de cem fontes por dia, separar o que importa e escrever um texto curto sobre cada notícia. É o tipo de trabalho que a máquina faz bem e em escala.
Onde entram as pessoas
A escolha do que importa continua sendo humana. Todo dia, uma amostra do que chegou e do que ficou de fora passa pela leitura de uma pessoa, que valida os critérios quando a máquina erra. Os artigos, que trazem opinião e experiência, são escritos e assinados por gente de carne e osso.
O que você encontra aqui
Notícias curtas, com o link da matéria original sempre à mão, para você saber em poucos minutos o que aconteceu de mais relevante entre ciência e negócios. Se quiser ir mais fundo, a fonte está a um clique. A ideia é que você passe por aqui todo dia, como quem passa na banca da esquina, e saia sabendo um pouco mais sobre quem está cruzando o caminho.